terça-feira, 16 de setembro de 2014

Já disse que sou feitas de extremos? Pois bem. Tirando os meus 1,54 de altura tudo em mim é exagerado. Eu tenho uma carência tão grande que não sei se alguém um dia vai poder conte-la. Eu me apego com MUITA facilidade a tudo, mas muita facilidade mesmo. Se você um dia chegar pra mim e perguntar como foi o meu dia, terei você como um grande amigo e por nada nesse mundo vou querer que saia da minha vida. Eu sou extremamente sensível. Totalmente manteiga derretida, daquelas que choram horrores por coisas bobas. Eu sou tímida em um nível que jamais foi atingido por ninguém. Adoraria ser invisível, isso me pouparia ter que explicar a vermelhidão das bochechas. Eu tenho muitos medos absurdos. Tipo, não suporto o escuro. Se tiver escuro das duas uma: ou eu vou paralisar e chorar sozinha de medo, ou eu vou sair correndo igual uma criança pedindo socorro pra minha mãe. E também tenho pavor de qualquer inseto, principalmente os que voam. Baratas e lagartixas? Tenho medo só de pensar. Também sou insegura, tipo demais, não acredito nas coisas nem vendo. Quando eu me apaixono, eu me jogo de cabeça, sem pensar duas vezes. Sou intensa. Intensa até demais. Sou feita de extremos. Comigo tudo é elevado a um nível que até Deus duvida. Como diz minha avó, eu faço tempestade em copo d’água. E caralho, sofro demais com tudo isso. As vezes queria ser o meio termo, o neutro. Acho que seria bem mais fácil.







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