domingo, 24 de agosto de 2014

Sentada na rede olhando pra imensidão negra e estrelada bem acima de mim senti um frio na barriga. Nos meus olhos lágrimas brotaram de saudade, de alivio, de medo, de esperança. Uma mistura de sentimentos que seria impossível explicar. 
Já escrevi aqui sobre liberdade, mas acho nada do que senti até então não se compara ao que estou sentindo agora. 
Sabe, eu estou morrendo de medo do que me aguarda daqui pra frente.
Por meses, ou pra ser mais exata, por um ano, a cada dia eu desatava um nó de uma corda gigantesca de sentimentos e lembranças. E hoje me dei conta de que desatei o ultimo nó e o que resta agora é um sorriso frouxo e uma sensação de alivio por poder seguir em frente...
E o texto vai acabar assim, sem um ponto final, mas sim com reticencias. 
É impossível terminar algo que ainda está no começo.



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