sábado, 22 de junho de 2013

Um dia desses, me peguei pensando em meus planos antigos e bateu uma nostalgia. Sentada comecei a encarar o nada, lembrando-me de uma historia que tinha tudo pra ser boa... A gente se casaria quando ele fizesse 25 anos, e dai ficaríamos por volta de três anos de casados sem filhos. Eu já estaria com 30 quando viajaríamos de “lua de mel” pra uma cidadezinha pequena perto de Londres. Ficaríamos num chalé pequeno e “encomendaríamos” o nosso primeiro filho lá... Provavelmente seria um menino! Ele iria se parecer fisicamente comigo, os mesmos olhos, boca e nariz, mas o gênio ia ser do pai. Depois de um tempo tentaríamos uma menina. Ela ia ser a cara do pai e teria o gênio da minha sogra. Seria meiga, um tanto tímida, mas sempre sorridente e de bem com a vida. Com certeza nosso labrador, Marley, gostaria mais dele do que de mim, e os nossos rottweilers se chamariam Demi e Rev. Quase sempre estaríamos fazendo algum tipo de almoço para os amigos, nos finais de semana pra jogar papo fora... Nosso casamento nunca chegaria nem perto de ser perfeito, mas não faltaria amor nunca. É clichê, mas era o plano da minha vida. Plano esse que as vezes faz bater uma saudadezinha miserável. 

- Clichê também é bom, Karyne Santiago.

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